| O homem não deve estar a serviço da lei, mas a lei deve estar a serviço do homem. Foi seguindo este preceito que Jesus Cristo marcou sua época e continua influenciando a humanidade até hoje. Para Ele, mais importante que cumprir a lei era resgatar o homem. Em sua passagem pelo mundo, causou alvoroço na sociedade em que vivia ao dar atenção à parcela mais desprezada da população, como doentes e prostitutas, por serem considerados pecaminosos. Ao invés de rejeitá-los, como seria natural, Jesus tratou-os com amor, falou com eles e deixou ser tocado por eles. Como aconteceu com a mulher que sofria com o fluxo de sangue, a qual foi curada por Jesus. Segundo lembra o filósofo Fausi dos Santos, o sangue para os judeus era algo extremamente impuro. Por conta disso, não comem carne que tenha uma gota sequer de sangue. É uma regra que foi contestada por Jesus, quando ele disse que o que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai dela. Jesus utilizou de uma pedagogia avançada para a época ao usar parábolas para passar ao povo seus ensinamentos. A simplicidade dele e de suas palavras seduzia as pessoas mais simples, que, por conta disso, identificavam-se com ele. Para Fausi, a simplicidade foi o grande diferencial de Jesus. Embora, ele fosse simples em seu modo de falar, parte de seus ensinamentos tornou-se incompreensível para uma parcela do povo judaico, principalmente os políticos da época. “Quando Jesus falava de um novo reino, isso incomodava os políticos porque eles imaginavam algo físico, atrelado ao poder material. Quando se deram conta de que Jesus falava de outro reino, com base no plano espiritual, era tarde demais. Jesus já havia sido julgado e condenado”, explica Fausi. O filósofo lembra que, ao contrário dos profetas que vieram antes de Jesus, o filho de Deus não trouxe um discurso apocalíptico. O tom era mais voltado à pregação do amor, da vida e da salvação. Data do nascimento é cercada de incertezas Sobre o nascimento de Jesus, a única certeza é que o fato aconteceu. Dizer quando aconteceu é uma discussão cercada de mistérios e polêmicas. A Bíblia não traz nenhum registro sobre data. As igrejas cristãs celebram o nascimento em dias diferentes e os cientistas não concordam com nenhuma das duas. Pelas análises de relatos históricos e bíblicos, Jesus nasceu em uma época mais próxima aos meses de março e abril. Cientistas argumentam que dezembro é uma época de frio intenso em Israel, região onde Cristo nasceu. Portanto, alguns fatos narrados pela Bíblia como a viagem à pé dos Reis Magos e o pastoreio de ovelhas ao ar livre à noite seriam pouco prováveis. De acordo com o cientista da religião, Antônio Carlos da Silva Barros, o nascimento de Jesus é comemorado no dia 25 de dezembro porque nessa época do ano eram realizadas na Mesopotâmia algumas festas. Entre elas, uma dedicada ao deus Saturno, que começava em 17 de dezembro e terminava em 1 de janeiro. No meio desta festa, ocorria o que se chama de inverno do solstício. Segundo o cientista, é quando o sol amanhece fraco e ganha força, chegando à sua plenitude. “Era a festa do nascimento do Sol”, explica Antônio Carlos. E essa festa era celebrada sempre no dia 25 de dezembro. Por volta dos séculos III e IV, o cientista relata que os romanos começaram a viver uma conversão ao cristianismo e os cristão se apropriam dessa festa. Ao invés de dedicá-la ao deus Saturno, passam a oferecê-la ao novo Sol, que é Jesus Cristo. “A partir daí, os cristãos passam a celebrar o nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro”, diz. Já a igreja cristã ortodoxa, mais centrada no Oriente, celebra a data um pouco depois, no dia 6 de janeiro. “Não sabemos o dia certo. Alguns dizem que foi em abril. Até hoje, não existem elementos históricos que comprovam a data”, comenta. Segundo Antônio Carlos, naquele tempo não existia preocupação com datas. Mesmo no Brasil, ele cita que não havia, até cerca de 200 anos atrás, o costume de documentar com exatidão os nascimentos. “Independentemente de data, a existência de Jesus é comprovada. A presença dele no mundo é aceita tanto em um contexto teológico quanto em um contexto histórico. Isso não tem como negar”, afirma. O Natal é uma celebração litúrgica que lembra o nascimento de Jesus. Segundo o cientista, mesmo diante de uma sociedade consumista, preocupada com os presentes, com as viagens, com a roupa nova, o espírito natalino é mais forte. “Ele supera a visão consumista. Faz com que as famílias se reúnam para celebrar. O espírito de natal é celebrativo, ele está além da história, da geografia e da ciência”, completa. |
Adilson Camargo |
sábado, 25 de dezembro de 2010
JESUS: ELE ROMPEU AMARRAS E CONSOLIDOU UM NOVO MODO DE VIVER
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
SEM MEDO DO PASSADO
SEM MEDO DO PASSADO Fernando Henrique Cardoso O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, auto glorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita. Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira? A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo. Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados… O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal. Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado. Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país. Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores. Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobrás, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010. “Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobrás produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela”. O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real. Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores. É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa “Toda Criança na Escola” trouxe para o Ensino Fundamental quase 100% das crianças de sete a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer. |
LULA VIROU 'LÍDER DE FACÇÃO POLÍTICA', DIZ AÉCIO NEVES
O ex-governador de Minas Gerais e senador eleito pelo PSDB no Estado, Aécio Neves, lamentou a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no episódio de agressão ao candidato tucano à Presidência, José Serra, na quarta-feira, no Rio de Janeiro. "O presidente se despe da condição de chefe de Estado para virar líder de facção política", acusou Aécio, ao chegar a Teresina (PI) acompanhado pelo secretário nacional do PSDB, deputado federal Rodrigo de Castro, para reforçar a campanha de Serra e do candidato tucano a governador do Piauí, Sílvio Mendes.
"As agressões contra Serra são lamentáveis. A democracia pela qual tanto lutamos é um patrimônio maior que uma eleição ou um grupo político. O presidente da República, ao reagir de forma ofensiva a um candidato que foi efetivamente agredido, ao adentrar em discussões ou análise de relatórios da Polícia Federal (PF) de forma absolutamente equivocada, violenta as instituições de Estado, como vem fazendo em favor de sua candidata (Dilma Rousseff)." O deputado Rodrigo de Castro afirmou que o PSDB estuda reagir aos ataques petistas. No entanto, disse que a postura dos tucanos não é de ataque nem de agressão.
Aécio Neves defendeu a candidatura de Serra, afirmando que o tucano é mais eficiente pelo preparo e experiência. "Vamos lutar até o ultimo momento, e estamos assistindo a recuperação de Serra em algumas regiões. Vamos lutar com nossas armas, sem ofender, sem agredir e sem deixar de ter respeito por nossos adversários. Serra tem melhores condições de dar continuidade ao que há de bom até aqui e avançar muito mais."
O senador recém-eleito disse que o Brasil avançou com o PT, mas lembrou que este avanço começou muito antes do governo Lula. "O Brasil avança, reconheço isso, mas começou muito antes do governo Lula. O PT votou contra o plano Real, contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Reconheço o avanço do governo do PT, mas precisa agir e reconhecer que cada governo que passou colocou um tijolo no desenvolvimento brasileiro."
Aécio disse que o País precisa de gestão de qualidade para poder enfrentar os desafios no campo social e defendeu o voto em Sílvio Mendes. "É um dos mais modernos administradores da sua geração e terá o apoio para acrescentar experiências de outras gestões tucanas de outros Estados."
CNBB
Igreja orienta para o voto consciente
O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha, defendeu que deve ser respeitado o direito de a Igreja manifestar suas convicções. Adeclaração faz referência à polêmica em relação ao aborto. O religioso defendeu a importância de o assunto entrar na pauta das eleições. – Numa sociedade democrática, o que não se pode fazer é querer silenciar a Igreja. Qualquer grupo minoritário manifesta a sua posição e repercute isso na sociedade. A Igreja, com o peso e o volume que tem, quando fala é acusada de se intrometer em um âmbito fora de sua competência? Esse argumento é falso – criticou o religioso, após a apresentação do material da nova campanha da fraternidade da CNBB. – O que a Igreja está defendendo é uma posição que diz respeito à vida. A luta pela vida não se faz apenas por motivos religiosos. Estado laico não é sinônimo de Estado ateu ou antirreligioso – completou. Segundo dom Geraldo, a posição da entidade no Brasil em relação às eleições é muito clara. – A CNBB não aponta partidos nem candidatos. A CNBB indica critérios para que o cristão, com a sua consciência bem formada, possa votar livremente de acordo com os critérios que ele assume. Dom Geraldo afirmou que os bispos são livres para informar e orientar os fiéis de suas dioceses. – Os bispos podem fazer suas escolhas, e eles falam ou em nome pessoal ou na qualidade de pastores.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
PESQUISAS SE DIVERGEM QUANTO AOS RESULTADOS PARA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL
| Pesquisa CNT/Sensus: Dilma 52,8% dos votos válidos, Serra 47,2% | ||
Pesquisa de intenção de votos da CNT/Sensus, divulgada nesta quinta-feira (21), mostra que a candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff está com 52,8% e José Serra (PSDB) com 47,2%. Esses são os resultados da pesquisa estimulada. A pesquisa foi feita nos dias 18 e 19 deste mês. 2 mil pessoas foram ouvidas em 136 municípios. A margem de erro é de 2,2 pontos para mais ou para menos. A diferença entre Dilma e Serra nesta pesquisa é de 5 pontos. O resultado diverge da pesquisa Ibope publicada nesta quarta-feira. De acordo com o instituto Ibope, a diferença entre Dilma e Serra é de 12 pontos. A última pesquisa realizada pela CNT/Sensus mostrava empate técnico entre os candidatos que disputam o segundo turno presidencial. A última consulta popular foi realizada nos dias 11 a 13 deste mês. Na espontânea, Dilma aparece com 45,3% dos votos válidos (não são computados brancos, nulos e indecisos) e Serra com 40,6%. Limite de voto Para 44,7%, Dilma é a única candidata em quem votariam; para 15,5%, a candidata na qual poderiam votar; 35,2%, não votariam de jeito nenhum. Para 35,8%, José Serra é o único candidato em quem votariam; para 20,6%, é o candidato no qual poderiam votar; 39,8%, não votariam de jeito nenhum. A pesquisa completa encontra-se no site www.cnt.org.br. |
terça-feira, 28 de setembro de 2010
DATAFOLHA DIZ QUE PODE HAVER 2º TURNO PARA PRESIDENTE
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
COM DEUS NÃO SE BRINCA
terça-feira, 21 de setembro de 2010
PESQUISAS PARA PRESIDENTE
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
PESQUISAS APONTAM VITÓRIA DE MARCONI PERILLO NO PRIMEIRO TURNO
Dos três levantamentos realizados, dois apontam que tucano seria eleito governador de Goiás no pleito de outubro
Das três pesquisas de intenção de voto para governador de Goiás, veiculadas recentemente, duas apontam vitória do Marconi Perillo (PSDB) no primeiro turno da eleição de 3 de outubro próximo.
Segundo a pesquisa Grupom/Rádio 730, divulgada hoje, Marconi Perillo (PSDB) apresenta 50,5% dos votos válidos. Iris Rezende (PMDB) tem 34,4% e Vanderlan Cardoso (PR), 13,7%,
A exigência para que Marconi vença no primeiro turno é de 50% do eleitorado, mais um voto, considerando apenas os votos válidos.
A quinta rodada da pesquisa Grupom/Rádio 730 aponta, pela primeira vez, a queda de Marconi nas respostas estimuladas em que contam os indecisos e os nulos.
O tucano caiu de 47,3% para 46,2%, enquanto Iris teve reação mínima, crescendo de 31% para 31,4%, após o comício de Valparaíso, ao lado de Lula e Dilma. No início de agosto, o peemedebista aparecia com 37,5%.
Vanderlan Cardoso é o único que apresentou crescimento desde a primeira rodada. Em junho, ele apresentava 7,1% das intenções de voto e chegou a 12,6%.
A pesquisa Grupom/Rádio 730, que ouviu 1202 pessoas, está registrada no TSE sob protocolo n. 29348/2010, de 06/09/2010, e no TRE-GO sob protocolo nº 41525/2010, de 06/09/2010.
Outra pesquisa que dá vitória no primeiro turno ao tucano é a Serpes/O Popular divulgada no domingo (12).
Nela Marconi apresenta 51,1% dos votos válidos, Iris marca 37,5% e Vanderlan fica em terceiro, com 10%.
A Serpes/O Popular ouviu 1001 eleitores entre 7 e 10 de setembro. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais. O registro foi feito no TSE sob protocolo nº 29222/2010 e no TRE sob protocolo nº 41436/2010.
Somente a Ibope/TV Anhanguera, divulgada na sexta-feira (10) mostrou possibilidade de segundo turno. Marconi Perillo teve 42% dos votos válidos, enquanto Iris teve 33% e Vanderlan 10%.
A pesquisa encomendada pela TV Anhanguera ouviu 812 eleitores entre os dias 7 e 9 de setembro. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TRE-GO.
Levantamento anterior do Ibope, de 14 de agosto, mostrou queda de Marconi, de 45% para 42%, estabilidade de Iris, de 34% para 33% e crescimento de Vanderlan, de 5% para 10%.
sábado, 3 de julho de 2010
O APAGÃO DO BRASIL NO SEGUNDO TEMPO
A segunda versão da era Dunga terminou de maneira melancólica ontem, em Port Elizabeth, com uma derrota de virada da seleção brasileira para a Holanda, por 2 a 1, e a consequente eliminação do Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul. O trabalho, que começou em agosto de 2006 e teve bons momentos com a conquista de dois títulos, fracassou na busca de seu objetivo mais importante. O sonho do hexacampeonato, agora, transfere-se para o Mundial que o Brasil vai organizar daqui a quatro anos.
A queda da seleção brasileira diante do primeiro adversário realmente perigoso que encontrou em gramados sul-africanos foi reflexo direto de uma proposta que se mostrou eficiente, mas, ao mesmo tempo, limitada.
O Brasil de Dunga sempre deu mais importância à solidez defensiva e aos contra-ataques como forma de chegar à vitória. O jogo bonito, criativo e ofensivo que tornou, ao longo da história, o país uma potência do futebol mundial foram deixados de lado. Faltaram jogadores criativos e habilidosos em maior número.
Ontem, eles fizeram falta no segundo tempo, quando o "vento virou". Dunga "morreu abraçado" com o atleta que escolheu para ser sua imagem e semelhança dentro de campo. Felipe Melo descontrolou-se mais uma vez e foi expulso no segundo tempo por pisar em Robben quando o Brasil já perdia por 2 a 1. Desde aquele momento, a reação tornou-se impossível.
Não é exagero dizer que o Brasil perdeu um jogo que estava praticamente ganho. O primeiro tempo da seleção foi perfeito, o melhor nesse Mundial. Bem posicionada em campo, ganhando as bolas no meio de campo, inibindo a criação por parte de Sneijder e anulando o previsível Robben, a equipe dominou a Holanda. Fez 1 a 0 aos 10 minutos com Robinho, que concluiu belo passe de Felipe Melo em profundidade e soube aproveitar o fato de a defesa holandesa ter marcado em linha. E poderia ter feito mais. O rival estava atônito, não acertava uma jogada.
Mas o Brasil de Dunga nunca teve como estratégia agredir um adversário baleado para nocauteá-lo de vez. Sempre preferiu fechar-se na defesa para atrair a presa e então contra-atacá-la. Foi o que fez ontem após o 1 a 0.
Tivesse optado pela agressividade, talvez os jogadores não precisassem chorar a eliminação. Deixar a Holanda sair de campo respirando ao fim do primeiro foi um erro que custou caro. Na etapa final, os rivais foram ao ataque, as jogadas pelo setor de Robben começaram a aparecer. Michel Bastos, com cartão amarelo pelas seguidas faltas, teve de ser substituído para não receber o vermelho.
Virada incrível. Sneijder passou a dominar o jogo. Acabaria responsável direto pela virada holandesa. Foi dele o cruzamento para a área que acabou no erro na saída de gol de Julio Cesar e no toque atabalhoado de Felipe Melo contra a rede brasileira, aos 8 minutos. Foi dele o gol de cabeça, primeiro em sua carreira, aos 23, após escanteio da direita e desvio de Kuyt.
Em desvantagem, a seleção mostrou descontrole em campo. A bronca de Robinho em Robben num momento em que era preciso um mínimo de concentração foi o maior exemplo de um time despreparado para conviver com adversidades.
Nada fez para chegar ao empate e ainda se livrou de sofrer mais gols. Dunga olhou para o banco e viu poucas opções. Não convocou Ganso, Neymar, Ronaldinho... Lá estava Kleberson como opção para arrumar o meio-campo. Não dava... Foi o fim de um trabalho baseado no pragmatismo, no grupo fechado, no comprometimento. Dunga deixa a seleção após algumas vitórias expressivas, mas sem conquistar o principal objetivo.
STF LIVRA DEPUTADA DO GOIÁS DO "FICHA LIMPA"
quarta-feira, 30 de junho de 2010
ALVORADA DO PROGRESSO
Despertar, acordar para o progresso é a realidade do Parque Alvorada. É assim que estão sendo definidos os últimos acontecimentos no nosso querido Parque Alvorada: o despertar para o progresso. Logo veremos o Hospital Materno Infantil sendo construído para atender nossas mães e crianças que tanto precisam do merecido atendimento nesta área da saúde. Gente luzianiense de todos os bairros chegará ao Parque Alvorada, conhecendo-o, vivendo-o, comprando em seu comércio, trabalhando em suas empresas que aqui estão sendo instaladas. O asfaltamento de várias ruas está na agenda das ações da administração do prefeito Dr. Célio da Silveira. A iluminação pública, em apoio à segurança da população, também tem sido constante preocupação do Prefeito, que cuida com ações providenciais. Como se tantas outras providências não fossem suficientes, agora acontece a duplicação da Avenida Sarah Kubitschek. Até pouco tempo, uma obra considerada insonhável pela população do Parque Alvorada. Principal entrada para o centro de Luziânia e de suas históricas atrações turísticas, ilustra bem o cuidado do Prefeito Célio com o desenvolvimento do bairro Parque Alvorada. Uma obra dessa grandeza, além de embelezar a sua principal via, porta de entrada da cidade, humaniza, valoriza o bairro e favorece a toda gente de Luziânia. É o progresso expresso através de realizações de uma administração com responsabilidade pública corajosa e voltada para o povo que ajuda a construir uma Luziânia com mais qualidade de vida. É a gente do Parque Alvorada e o Governo, proporcionando o seu crescimento. No rastro de todas essas realizações está o benefício a sua população. A valorização dos imóveis, a atração de mais empresas, gerando empregos e renda para os moradores, a expansão de serviços públicos e novos investimentos, são apenas alguns dos benefícios que a população do Parque Alvorada já está presenciando e experimentando. Luziânia é, hoje, uma cidade com rumo futurista e o Parque Alvorada está nesta rota. O turismo é uma atividade real, pronta para gerar empregos e novos negócios. É possível presenciar a construção civil em franco crescimento. A chegada de novas empresas já é uma realidade, atestando o seu irreversível progresso. Nos últimos seis anos estamos presenciando um desenvolvimento urbano jamais experimentado em nossa cidade. É o progresso na direção da sua verdadeira importância no estado de Goiás, no Centro Oeste e na região do Entorno de Brasília. O Parque Alvorada já é uma realidade no contexto do progresso de Luziânia.A estruturação pública para o atendimento à saúde e à educação tem merecido especial atenção do Governo Municipal. Muito mais ainda está por vir, concretizando o DESPERTAR, o ALVORECER do PROGRESSO do PARQUE ALVORADA e de sua GENTE.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
| ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL |
|
|
|
|
| DANIN JÚNIOR, do jornal Opção
A origem e o escopo da Lei da Ficha Limpa estão entre os mais nobres possíveis, tendo em vista o anseio popular por algum tipo de depuração após cinco anos de sucessivos escândalos políticos. O dispositivo prevê a inelegibilidade de candidatos condenados por colegiados de juízes, cobrindo uma ampla variedade de crimes. Nascida de uma mobilização popular com mais de 1,5 milhão de assinaturas, a lei foi publicada no dia 7 de junho e seus efeitos passam a valer a partir das eleições deste ano, conforme decisão proferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dez dias depois.
Sem discutir o mérito da nova legislação, vale agora uma reflexão de ordem prática: como será a aplicação da Lei da Ficha Limpa sobre a infinidade de casos reais que surgirão diante da justiça eleitoral? Especialistas, como o advogado Dalmy de Faria, não titubeiam em afirmar que a execução da lei criará problemas e que seu processo de aprovação foi açodado, justamente pela falta do devido estudo acerca dos critérios de aplicação. Como resultado, o país viverá uma verdadeira “balbúrdia jurídica” (a expressão é do expert em direito eleitoral), provocando total insegurança no processo de sucessão, inclusive com a ocorrência de situações esdrúxulas – como se verá adiante.
A análise do advogado Dalmy de Faria é extremamente oportuna para casos como o do Distrito Federal que viverá, em 2010, uma das mais tumultuadas eleições de sua breve história. O ambiente político já está confuso em função dos eventos dramáticos do ano passado, quando o ex-governador José Roberto Arruda (então no DEM) e grande parte de sua sustentação parlamentar caíram em mais um dos escândalos que assolaram a nação. Antes da divulgação das filmagens que supostamente o incriminam, o ex-ocupante do Palácio dos Buritis caminhava para uma reeleição relativamente tranquila, de acordo com a maioria das pesquisas de intenção de voto.
Sem José Roberto Arruda no cenário, as forças políticas de Brasília tiveram de se rearranjar, criando novos polos por aproximação ou distanciamento. A expressão “novos polos” talvez não seja a mais adequada para esse caso, pois o que se vê até agora é algo já bem conhecido do eleitor do DF. As articulações caminham para a velha disputa entre o grupo do ex-governador Joaquim Roriz (atualmente no PSC) e as forças de centro-esquerda, que sempre lhe fizeram oposição. É lógico que o antigo duelo será reapresentado agora aos brasilienses com nuances capazes de provocar uma espécie de agitação no embate eleitoral.
Roriz é o cara
Esse cenário de polarização pode ser explicado pelo fenômeno da popularidade de Roriz. Em todas as pesquisas, o ex-governador aparece bem à frente dos nomes que já foram colocados na disputa. Pelo último levantamento do Instituto Soma (17 e 18 de junho), Roriz venceria fácil, com 42%. Ancorado em outro fenômeno de popularidade (a do presidente Lula da Silva), está o segundo polo político-eleitoral do Distrito Federal. Dessa vez, as forças de centro-esquerda serão encabeçadas pelo petista Agnelo Queiroz – 24% na mesma pesquisa, que ainda tem Toninho do Psol, com 4%.
Além da confusão gerada pelo escândalo do DEM, o eleitorado do Distrito Federal terá de lidar com mais um elemento desorganizador neste ano eleitoral. Exatamente a insegurança jurídica provocada pela Lei da Ficha Limpa. Desde que o novo dispositivo legal passou a valer, especula-se sobre a condição de possível inelegibilidade para Joaquim Roriz. E por que isso poderia acontecer? A resposta está mesma decisão do TSE, proferida no dia 10 de junho.
De acordo com o entendimento quase unânime da corte eleitoral (6 votos a 1), a lei pode e deve retroagir em várias situações. Um desses casos se encaixaria perfeitamente na situação de Roriz, pois a Ficha Limpa prevê punições para os políticos que renunciaram a seus mandatos para não serem cassados. Especificamente se o prazo desde a renúncia não ultrapassa o período de oito anos estipulado pela lei. Só que essa análise abre margem para discussões mais profundas acerca da aplicabilidade do novo dispositivo. Os defensores do ex-governador podem argumentar, por exemplo, que não havia previsão de pena quando ele renunciou ao mandato de senador, em 2007.
Com isso, é provável imaginar o seguinte roteiro. Primeiro, o PSC oficializa a candidatura de Roriz (o prazo final para registro é 5 de julho). Segundo, cumprindo a recomendação da lei e o entendimento do TSE, o Ministério Público Eleitoral ou os próprios opositores do ex-governador têm cinco dias para pedir a impugnação da candidatura. Terceiro, o TRE dá deferimento ao pedido de impugnação. Quarto, os advogados do ex-governador cumprem o prazo de sete dias para entrar com o recurso no tribunal e, com isso, obtêm a liminar para que a campanha de Roriz siga normalmente.
Nome na urna
A liminar é importante para entender os desdobramentos que seguem. Quinto, em função da demanda de processos, o TRE só emite a sentença (provavelmente prejudicial a Roriz) por volta do dia 20 de agosto. Sexto, os advogados do ex-governador recorrem ao Supremo Tribunal Federal, que é obrigado a conceder nova liminar. Sétimo, também atolado com a enxurrada de processos provocados pela Lei da Ficha Limpa, o STF só profere a sentença para o caso de Roriz por volta de 23 de setembro. A essa altura, a menos de uma semana da votação, já se sabe mais ou menos o que pode acontecer.
O oitavo passo desse roteiro já vem sendo discutido nos bastidores de Brasília: o PSC ou a coligação que apoia a postulação de Roriz protocola no TRE o pedido de substituição do ex-governador por outro candidato. A lei eleitoral, lembra o advogado Dalmy de Faria, é muito clara: candidaturas majoritárias podem ser substituídas até 24 horas antes da votação. A única condição é de que o novo nome seja filiado há mais de um ano em um dos partidos aliados. Com isso, não há tempo para mudança do software das urnas eletrônicas. Os eleitores entrarão nas cabines e apertarão o número divulgado pela campanha de Roriz e verão a foto dele na telinha. Os votos serão computados para o novo candidato.
Essa mágica jurídica não representa qualquer ilegalidade, mas apenas uma passagem pelas brechas da legislação. Também não é nenhuma novidade no mundo político. Dalmy de Faria a realizou exatamente com esse roteiro nas últimas eleições municipais, em 2008. Aconteceu no município goiano de Itapaci, onde o candidato a prefeito do PMDB?(Francisco Agra Filho, o Lilo) foi impugnado depois de ter sido condenado por improbidade administrativa. Faltando meia-hora para o fechamento do cartório eleitoral, no último dia de prazo, Faria protocolou a substituição de Lilo pelo pai dele, Francisco Olizete Agra. O “novo” candidato venceu as eleições e administra a cidade até hoje.
Decidida na semana passada, a aliança de Roriz com o PSDB do DF chegou a ser discutida pela cúpula nacional dos tucanos justamente com essa hipótese de substituição de última hora. A ex-governadora Maria de Lourdes Abadia, que foi vice de Roriz e assumiu a titularidade em 2006, é o nome mais cotado para o eventual troca-troca. Ela também é cotada para a disputa de uma vaga no Senado, mas poderia “ir para o sacrifício” – como disse uma fonte ligada ao governo do DF. Segundo Dalmy de Faria, a substituição pode ocorrer em qualquer cargo na chapa majoritária. Ou seja, Abadia pode ser registrada como candidata a senadora, entrar no lugar de Roriz e ser substituída por uma terceira pessoa (desde que todos nesse jogo façam parte da coligação protocolada necessariamente até o dia 5 de julho).
Além do reforço obtido com o tempo de TV dos tucanos e com a certeza de que terá um palanque nacional forte, Roriz tem mais motivos para comemorar. Nos últimos dias, mesmo que apenas nos bastidores, o governador Rogério Rosso (PMDB) passou a externar com maior contundência seu descontentamento com a decisão de seu partido de apoiar a chapa de Agnelo. Mesmo vendo sua vontade de reeleição preterida pela legenda, Rosso pode acelerar um fenômeno que é típico do PMDB. Agora que a aliança está fechada (transferindo o tempo de TV para o PT), segmentos do partido podem aderir informalmente à campanha de Roriz. É a perspectiva de poder falando mais alto. Mas isso é história para outra oportunidade. |
quarta-feira, 9 de junho de 2010
SÁBADO (12) É DIA D DE VACINAÇÃO CONTRA A POLIOMIELITE
quinta-feira, 6 de maio de 2010
“Quantas vezes, nos sentimos num vale, sem saída, é nessa hora que podemos ver a grandeza do nosso Deus, e ter a certeza que a temporada no vale vai passar. E, quando ela passar, você vai estar com sua fé fortalecida em Deus. O tempo no vale é permissão de Deus, para nos ensinar a não confiar em nós mesmos, mas somente em Deus Que Deus lhe dê: Para cada tempestade, um arco íris. Para cada lágrima, um sorriso. Para cada cuidado, uma promessa. E uma benção para cada provação. Que para cada problema, a vida lhe traga alguém fiel com quem você pode confiar. Para cada olhar, uma doce canção. E, para cada oração, uma grande resposta. A Vida, às vezes coloca em nossos caminhos.. Muros, barreiras e obstáculos.. São obstáculos, onde devemos lutar tentar e finalmente conseguir vencê-los. E quando vencê-los, fique ciente que lá na frente estará alguém para lhe dizer que você é um grande vencedor” "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"
segunda-feira, 26 de abril de 2010
A santidade é obra da graça (Cl 2.6,7)
Para que sejamos uma geração que marca na hora da conquista, é imprescindível que vivamos a verdadeira santidade. Ninguém, na história da igreja, fez grandes conquistas sem viver a verdadeira santidade.
Don Richardson foi um grande missionário do século XX. Numa das suas preleções, ele contou a história da conversão de um povo que vivia na Nova Guiné (um país que fica próximo à Austrália). Esse povo era conhecido como "Dunis", e viviam, em pleno século XX, como se estivessem na Idade da Pedra. Eles jamais tinham tido qualquer contato com alguma pessoa civilizada, e portanto, nunca tinham tido contato com o evangelho. Uma característica dos "Dunis" que chamou a atenção dos missionários era que 90 a 95 por cento das pessoas daquele povo tinham menos do que cinco dedos nas mãos; alguns tinham apenas dois dedos na mão esquerda e três na direita. Aquilo intrigou os missionários, mas eles não obtiveram uma resposta para aquele fato até que morreu uma pessoa da tribo.
O ritual fúnebre praticado pelos Dunis era bastante singular. Os mortos não eram enterrados; eles eram colocados em uma grande mesa feita de pedras e ali eram queimados. Toda a família, desde o mais novo até o mais idoso, saía de diante da mesa de cremação e seguia em direção a uma mesa de madeira. Atrás dessa outra mesa ficava um membro da tribo com uma pedra bastante afiada nas mãos, e ali os membros da família do falecido estendiam uma das mãos, colocavam-na sobre a mesa e tinham uma das falanges do dedo cortada fora. Isso assustou os missionários, mas também os fez entender o porquê das pessoas terem menos de cinco dedos nas mãos: eles descobriram que essa prática se relacionava com a busca de Deus. Aquelas pessoas ansiavam por Deus, e imaginavam que Deus só se encontraria com elas depois de terem sofrido bastante. Por isso, sempre que possível, elas aumentavam seu próprio sofrimento.
Quantas pessoas não estão vivendo assim nos dias de hoje, buscando o sofrimento como um meio de se encontrarem com Deus, se esforçando em si mesmas para alcançarem a salvação e a santidade.
Paulo diz: Ora, como recebestes Cristo Jesus (…). Isso se deu quando aquelas pessoas ouviram e entenderam a graça de Deus (Cl 1.6), não mediante o esforço delas mesmas ou porque eram virtuosas, cheias de qualidades ou boas em si mesmas. Elas reconheceram que seus esforços, suas virtudes, suas boas obras e seus sofrimentos não acrescentavam nada para sua salvação; por isso, desistiram de tentar fazer alguma coisa e se entregaram completamente a Deus, mesmo vazias, derrotadas e frustradas consigo mesmas, porém confiantes de que se elas não puderam fazer nada para conquistar a salvação, Deus era poderoso para salvá-las. A salvação, portanto, caracteriza-se por um ato de entrega e de confiança no amor e na provisão de Deus. Só recebe a Cristo aquele que se esvazia de si mesmo, entregando-se completamente a Deus.
O texto continua, dizendo: Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele (…). Paulo fala aqui sobre dois processos que acontecem na vida do cristão: salvação e santificação. A salvação vem pela graça. E a santificação vem da mesma forma, segundo o texto. Portanto, é a graça de Deus que nos salva e nos santifica.
A verdadeira santidade
Como se expressa a verdadeira santidade? O apóstolo Paulo responde a essa pergunta de maneira muito didática. Primeiro, ele mostra como não se expressa a verdadeira santidade, e depois faz o oposto:
Cl 1.8: "Cuidado, que ninguém vos venha enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo". Para entendermos melhor o que Paulo está querendo dizer, é importante entendermos o significado da palavra "filosofia". Aqui, filosofia não diz respeito aos pensamentos que excluem Deus, nem a um curso universitário. Josefo, um historiador do tempo dos apóstolos, disse: "Existem três formas de filosofia entre os judeus: os seguidores da primeira escola são chamados fariseus, os da segunda, saduceus, e os da terceira, essênios". Assim, "filosofia", no texto, significa qualquer tipo de conhecimento acumulado sobre Deus ou sobre qualquer outro assunto. Segundo Paulo, a verdadeira santidade não é comprovada pelo conhecimento que uma pessoa consegue acumular. Os fariseus, por exemplo, tinham um vasto conhecimento sobre Deus, mas Jesus os chamou certa vez de filhos do diabo (Jo 8.44). É impossível que algum filho do diabo apresente santidade. O próprio diabo também conhece a Escritura, mas para ele está reservado o fogo do inferno.
Paulo faz ainda um segundo alerta:
Cl 2.16: "Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida ou bebida, ou dia de festa, ou lua nova ou sábados". O alerta de Paulo é contra o engano promovido pela vida de devoção. Muitas pessoas imaginam-se vivendo a verdadeira santidade pelo fato de expressarem, com muita intensidade, o comportamento religioso. Nos tempos de Paulo, as pessoas imaginavam que a verdadeira santidade era evidenciada se a pessoa fizesse distinção entre alimentos e alimentos, ou se ela prezasse o comparecer a eventos religiosos. Os fariseus agiam dessa maneira, mas Jesus lhes disse: "Ai de vos, escribas e fariseus, hipócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois não entrais nem deixais entrar os que estão entrando! Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós" (Mt 23.13,15). Mas ninguém é mais santo porque deixa de comer isso ou de beber aquilo, ou porque participa desse ou daquele evento.
Por fim, Paulo faz um último alerta:
Cl 2.18: "Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões". Aqui, Paulo afirma que as experiências sobrenaturais ou místicas não são um sinal que comprova a verdadeira santidade. As pessoas ali estavam vendo e adorando anjos. Por imaginarem que Deus era inacessível, elas começaram a buscar ajuda e revelação de anjos, as tiveram. Miguel, o líder das hostes angelicais, era largamente adorado na Ásia Menor e a ele eram atribuídas muitas curas miraculosas. Com base nessas visões, muitos imaginavam-se espirituais, andando na verdadeira santidade. A essas pessoas Paulo diz não. Jesus mesmo chegou a afirmar: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos naquele dia hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade" (Mt 7.21-23).
Concluindo, Paulo diz: "Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria…todavia, não têm valor algum contra a sensualidade" (Cl 2.23). Apesar de parecerem sinais da verdadeira santidade, essas referidas práticas e expressões não conseguem refrear os impulsos da carne; antes, muito facilmente os promovem.
Os sinais que comprovam a verdadeira santidade Cl 3.1-3: "Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus". Aqui, Paulo faz uma afirmação condicional. Ele diz que se as pessoas morreram em Cristo e com ele ressuscitaram, então necessariamente uma mudança se operou na vida delas. E essa mudança as leva a viver um novo estilo de vida, a que podemos chamar de santidade.
Cl 3.2: "Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra". O primeiro sinal da verdadeira santidade é o anseio pelas coisas celestiais. Aquele que nasceu de novo, que vive em santidade, anseia por Deus mais do que por todas as outras coisas. Contudo, o anseio por Deus é um aspecto subjetivo, que não pode ser medido muito facilmente. Por outro lado, o anseio por Deus leva a pessoa a tomar naturalmente duas atitudes práticas, que facilmente podem ser medidas.
Cl 3.5: "Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria". A verdadeira santidade, além do anseio por Deus, se expressa por meio da morte do velho homem. Aqui, Paulo enumera cinco vícios da carne, que são destruídos pelo que é santo. O primeiro vício colocado nessa lista é a prostituição, que se refere à toda relação sexual ilegal e ilícita, e portanto envolve o adultério, a fornicação (o sexo antes do casamento), a bestialidade e outras formas de relação sexual que são anti-naturais e anti-bíblicas. Aquele que vive em santidade vai matando progressivamente esse vício em sua vida.
A seguir, o apóstolo Paulo fala da impureza. Aquele que vive em verdadeira santidade se esforça para deixar de lado os maus intentos do coração, os maus pensamentos e as inclinações da carne: a pornografia, os atos libidinosos e a masturbação.
Paulo continua a lista daquilo que o santo faz morrer. Ele faz morrer a paixão lasciva, o desejo maligno e a avareza. Paixão lasciva e desejo maligno têm praticamente o mesmo sentido, e significam todo tipo de desejo que não é voltado para Deus. Assim, aquele que tem os olhos voltados para as coisas materiais está alimentando desejos malignos no coração. Essa busca por admiração pode se dar até mesmo em relação a coisas espirituais. Há pessoas que oram não porque amam a Deus, mas sim porque desejam receber a admiração de outras pessoas, que as chamam de espirituais. O mesmo pode acontecer no tocante à leitura da Bíblia e ao jejum.
O último vício enumerado por Paulo é a avareza. Nesse texto, avareza não se restringe ao amor ao dinheiro; antes, abrange todo tipo de busca do bem pessoal por egoísmo. Portanto, tudo o que a pessoa faz pensando em si mesma e não em Deus é uma forma de egoísmo. Em outras palavras, ela se coloca no lugar de Deus e, portanto, promove a idolatria. Paulo diz que aquele que vive a verdadeira santidade dia após dia mata todos esses vícios. Ele não permanece na passividade, mas sempre busca a força que Jesus lhe pode dar.
Por fim, Paulo apresenta outro sinal que comprova a verdadeira santidade.
Cl 3.12: "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade". A verdadeira santidade se expressa por meio do revestimento de Cristo. Aquele que é santo se torna, a cada dia, mais parecido com Jesus. Paulo enumera algumas das expressões da vida de Jesus. Ele diz que a verdadeira santidade se revela na misericórdia, na bondade, na humildade, na mansidão e na longanimidade.
A misericórdia aponta para a compaixão de um ser humano para com outro. Aquele que é misericordioso nunca é acusador e nem crítico; antes, ele se oferece para ajudar e auxiliar aquele que está em situação de miséria. Por isso, ele é também bondoso.
Sem dúvida, a bondade é um reflexo da humildade que existe no coração daquele que é santo. Ele sabe que o seu coração é enganoso, e que ele não é melhor do que qualquer outra pessoa. Antes, ele reconhece que é Deus quem o sustenta; por isso, ele também é uma pessoa mansa.
A mansidão é uma característica na vida daqueles que reconhecem que suas vidas estão inteiramente nas mãos de Deus. Eles sabem que se algo não aconteceu do modo como eles esperavam, eles não devem se desanimar ou murmurar; antes, devem confiar em Deus, que faz todas as coisas de modo perfeito. Naturalmente, a mansidão conduz à longanimidade.
Aquele que é verdadeiramente santo é paciente. Ele sabe que Deus vai fazer as coisas no tempo certo; por isso, ele descansa em Deus.
Todas essas expressões existiam na vida de Jesus. Aquele que anda na verdadeira santidade as possui na sua vida, e a cada dia ele se torna mais parecido com Jesus.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
O PRECIOSO SANGUE DE JESUS

1-Uma pessoa para manter sua vida física precisa de vários elementos básicos: água, ar, comida e nestes elementos encontramos as proteínas, vitaminas, minerais e no ar o oxigênio. S/ estes componentes necessários é impossível a vida física existir, a vida deixa se acaba, isto é, a pessoa morre.
Na vida espiritual o mesmo acontece, ela requer uma série de elementos necessários para que uma pessoa viva espiritualmente, sem eles a pessoa encontra uma grande dificuldade para viver, tanto espiritualmente, quanto fisicamente, pois o que acontece no âmbito físico repercute no espiritual. Quantos crêem assim?
Jesus, em uma conversa com um homem que era muito sábio em Jerusalém, Nicodemos, disse o seguinte: “Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do Espírito,não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne, é carne; e o que é nascido do Espírito, é Espírito” (Jo. 3.5,6).
O que será que Jesus queria dizer para Nicodemos que era um homem tão sábio, professor, e que se encontrava confuso não entendia o que estava sendo passado para ele como ensinamento.
Há muitas pessoas hoje que se encontram confusas não entendem o que está acontecendo. O ser humano passa por uma crise existencial, em que muito se pergunta: de onde vim, para onde vou? Qual será o meu futuro, o futuro dos meus filhos, será que amanhã ainda existiremos? Porque tudo isto, porque o ser humano tem passado por tantas dificuldades?
2- O HOMEM SEPAROU-SE DE DEUS foi isso que aconteceu.
COMO FOI QUE ISSO ACONTECEU? O HOMEM DESOBEDECEU, “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram”. (Rm. 5.12) Quando Adão pecou no Éden, imediatamente se escondeu de Deus, você sabe qual a primeira coisa que uma pessoa faz quando peca? Foge da presença de Deus. Antes de pecar o ser humano desfrutava da presença de Deus o tempo todo. Contudo, após pecar, ele se escondeu do seu Criador, com isto o ser humano começou a sofrer as conseqüências do pecado. O pecado sempre separou o homem de Deus, e sempre tem causado muitos prejuízos, principalmente a morte. “pois todos pecaram e carecem da *glória de Deus” (Rm.3.23) *perdão.
COMO ALCANÇAR ESTE PERDÃO
Após a queda do homem, contudo Deus não disse: Adão que fizeste? Antes disse: “Adão onde estás” (Gn.3.9b)
A partir de então Deus estabeleceu um plano para resgatar a sua criação de excelência, criado como sua imagem e semelhança, que por causa disto o inimigo de Deus e de toda a humanidade de lá para cá tem trabalhado no sentido de destruir as vidas, atingindo em primeiro lugar a familia, causando discórdias, desunião, trazendo dúvidas dentro dos lares. A intenção dele sempre foi a de destruir, pois ele veio para matar, roubar e destruir.
Hoje quero te trazer uma boa notícia; você quer saber? Deus não está preocupado com os pecados que você em cometido, Ele está preocupado sim é com a separação que tais pecados causam entre você e ele. O profeta Isaías disse; “Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o se ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça”. (Is.59.1-2)
Então, o que fazer?
Só existe uma maneira de lançar fora toda a condenação causada pelo pecado na vida do homem: É a aceitação do que Jesus fez na Cruz do Calvário, por mim, por você, por todo o mundo. JOÃO 3.16.
Jesus foi morto, morreu da pior forma e da maneira mais vergonhosa que um judeu poderia morrer. morte de cruz. Assim como por um só homem entrou a morte, Adão. Por um outro entrou a vida. O Senhor Jesus nos disse que veio para trazer vida, e vida com abundância.
Jesus nos foi dado como o cordeiro pascal
Não há mais necessidade de penitências, lamentações, de ritualismo religioso, de promessas. Basta tão somente aceitar o que Cristo fez por nós na cruz. Derramou seu sangue precioso para nos dá o direito a vida eterna. Em João 1.29 a Palavra nos fala: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”
DAMIÃO MARQUES JUVINO
Bacharel em teologia pela FATEMIG

