quarta-feira, 27 de maio de 2009

Mão Santa lê carta de vereador que se declara em greve de fome Esta matéria contém recursos multimídia
[Foto: senador Mão Santa ]
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O senador Mão Santa (PMDB-PI) leu nesta quarta-feira (27) carta de um suplente de vereador, do município de Itiúba, na Bahia, em que este se declara em greve de fome, até que os senadores votem a PEC paralela dos Vereadores. Comentando a situação, Mão Santa afirmou que o Poder Judiciário se equivocou em sua interpretação sobre o caso.

- Esse problema dos vereadores é uma vergonha, disse Mão Santa. - Isso é o que diminui o Congresso. Foi um desrespeito que fizeram ao Poder Legislativo. O Judiciário imiscuiu-se aqui e fez a interpretação mais infeliz da história da República do Brasil.

Segundo Mão Santa, o debate deixa o ensinamento de que a sabedoria está com o Poder Legislativo. Ele considera que o Poder Executivo tem o dinheiro, enquanto o Poder Judiciário tem o poder punitivo, "cassa, prende, ameaça".

- Mas eles se intrometeram na Constituição, disse Mão Santa. O artigo 29 estava bem feito, e a situação dos Vereadores estava resolvida. Eles fizeram a maior besteira da história da República, apenas para demonstrar ao Brasil que nós é que temos a sabedoria. Agora, está ridículo, é um caso mal resolvido.

Mão Santa passou a ler a carta escrita por Aroldo Pinto de Azeredo, em que ele clama os senadores para que aprovem a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 047/08, que trata do repasse de verbas às câmaras municipais. A seu ver, isso garantiria as condições para a promulgação da PEC 020/08, permitindo que os suplentes assumissem as novas vagas a serem criadas. O suplente de vereador afirma que, enquanto isso não acontecer, estará em greve de fome.

Da Redação / Agência Senado Quero parabenizar o senador Mão Santa pelo excelente e verdadeiro comentário à respeito do que temos visto acontecer nestes últimos anos, em que o judiciário de forma desrespeitosa feriu a constituição, exercendo o papel de legislativo e executivo para satisfazer as vontades de outrens que não vale a pena citar, só lembrando que não foi do povo que sofre e que necessita do seu representante no legislativo que quis isto. TEMOS QUE SER SÁBIOS, AUDACIOSOS E CORAJOSOS PARA FALAR A VERDADE.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

GRANDES EMOÇÕES

"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida." (Pv. 4:23) AO PESQUISAR-SE A RESPEITO DO CORAÇÃO DESCOBRIMOS QUE CIENTIFICAMENTE NOS É PASSADO, QUE É UM ÓRGÃO DO SER, RESPONSÁVEL PELO BOMBEAMENTO DO SANGUE PARA O ORGANISMO, LEVANDO OXIGÊNIO, E NUTRIENTES NECESSÁRIOS PARA MANTER A VIDA. UM SER HUMANO ADULTO TEM UM CORAÇÃO DO TAMANHO DE APROXIMADAMENTE UM PUNHO FECHADO E FICA LOCALIZADO NA CAIXA TORÁXICA ENTRE UM PULMÃO E OUTRO. A BÍBLIA NO SEU CONTEXTO APONTA O CORAÇÃO COMO RESPONSÁVEL PELAS NOSSAS EMOÇÕES: "Viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente" (Gn. 6:5). VEJAM BEM, ESTE TEXTO ACABAMOS DE LER NÃO NOS DEIXA NENHUMA DÚVIDA, MESMO QUE A CIÊNCIA APONTE COMO RESPONSÁVEL PELAS NOSSAS EMOÇÕES, O CÉREBRO, A BÍBLIA APONTA O CORAÇÃO COMO O CENTRO DA VIDA, POIS DELE PARTE OS SENTIMENTOS QUE TRÁS VIDA OU MORTE. O CÉREBRO, É CONSIDERADO A CENTRAL QUE DIRIGE AS ATIVIDADES HUMANA, É POR MEIO DELE QUE SÃO MANDADO AS ORDENS DOS MOVIMENTOS, DO SONO, SEDE, FOME, ALÉM DE ADMINISTRAR TODAS NOSSAS EMOÇÕES, COMO TRISTEZA, ALEGRIA, ÓDIO, AMOR, MEDO, ETC. DAÍ NÓS CONCLUÍMOS QUE HÁ UMA GRANDE LIGAÇÃO ENTRE O CORAÇÃO E O CÉREBRO: "O que sai do homem é o que contamina. Pois do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adutérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, e a loucura." (Mc. 7:20-22). O SENHOR JESUS SABIA, E MUITO BEM DE QUAIS SENTIMENTOS ESTAVA FALANDO, À QUEM SE REFERIA E DE ONDE PROCEDIA. A VONTADE DO SER HUMANO É O PROCESSO DO DESEJO EM FORMAÇÃO, POR ISSO TEMOS QUE GUARDAR NOSSO CORAÇÃO E NOSSA MENTE DAS COISAS QUE CONTAMINAM E LEVAM PARA MORTE, NÃO SÓ FÍSICA, MAS ETERNA. TEMOS QUE NOS VOLTAR PARA PRÁTICA DO QUE É JUSTO, MORAL E ÉTICO,POIS CONTRÁRIO À ISTO O SER HUMANO ESTÁ SUJEITO A PASSAR POR DECEPÇÕES, ENFRENTAR PROBLEMAS QUE VÃO SUFOCÁ-LO. PRECISAMOS SABER ENFRENTAR AS GRANDES EMOÇÕES QUE A VIDA NOS TRÁS.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Diálogo, tolerância e mal-entendidos Jesus restabelecendo o diálogo com Pedro --Pedro, tu me amas? A confissao de Pedro --Senhor, Tu sabes tudo; Tu sabes que eu te amo. João Cruzué Quero aproveitar este princípio de tarde neste domingo ensolarado, aqui na Capital paulista, para voltar a escrever, desta vez sobre diálogo. Como sempre costumo fazer, vou usar textos da Bíblia Sagrada para comentar e meditar sobre algumas coisas. Espero que isto contribua para melhorar tanto a minha quanto a sua capacidade de dialogar. No capítulo 59 do Livro do Profeta Isaías está escrito que: "A mão do Senhor não está encolhida, para que possa salvar; nem o seu ouvido entupido, para que possa ouvir. Mas são as nossas iniqüidades que fazem divisão entre nós e o nosso Deus, e os nossos pecados que encobrem o rosto de Deus de nós, para que não nos ouça". Apesar de termos uma boca e dois ouvidos, somos propensos e mal habituados a falar demais e ouvir pouco. Diante de uma situação dessa natureza, ao querer impor nossa vontade sem ouvir o que o próximo tem a dizer, matamos o diálogo e geramos a intolerância. Não há nenhum demérito em primeiro ouvir, e depois responder. Ouvir o que o nosso interlocutor tem a dizer não significa de forma alguma sinais de fraqueza ou aquiescência. Ao contrário: mostra equilíbrio e sabedoria. Deus não precisar ouvir ninguém para decidir sobre o que quiser, mas nem Ele, que é: onisciente, onipresente e todo-poderoso, usa de seus atributos divinos para exercer uma ditadura ou para impor na "marra" sua vontade sobre a nossa. "Não por força; nem por violência, mas pelo meu Espírito", assim diz o Senhor, segundo registrou o profeta Zacarias. Quantas decisões erradas são feitas, quantos lares, quanta comunhão, quantas amizades podem ser destruídos pela falta do exercício do diálogo e da tolerância? Somos especialistas em entrar em situações constrangedoras ao acreditar em juízos nascidos de mal-entendidos. Não estou escrevendo sobre isto como se fosse Phd. em aconselhamento comportamental. Eu sei quem sou: o primeiro da fila dos necessitados para ouvir o que a Palavra de Deus tem a dizer. Não estou escrevendo fora de mim, pois este é um texto simples e tenho uma mente racional. Um dos primeiros exemplos de queda por mal-entendidos e falta de diálogo foi Eva. Aprendo que não se deve dialogar nem com o diabo nem com ímpios, quando o assunto tem a ver com aconselhamento pessoal. Quando a serpente afirmou que Deus estava mentindo quando ordenou que não comessem do fruto da árvore da ciência do bem e do mal estava insinuando que Deus não queria competidores; que a árvore traria todo o conhecimento e que eles também se tornariam como Deus. Entre o aviso do SENHOR e o conselho do diabo nasceu uma desconfiança. Da desconfiança, veio o mal-entendido. Como não houve o início de um diálogo entre Eva e Deus, questionando o conselho do diabo, o resultado foi o maior desastre que já se abateu sobre a humanidade - a morte pela força do pecado. Moral da história: não devemos embarcar numa canoa aparentemente em bom estado, ouvindo apenas os argumentos do "vendedor". Precisamos, principalmente, ouvir a opinião do "especialista" em construção de barcos, para não embarcar em uma canoa furada. Escolhi o segundo caso de falta de diálogo, entre Ló e Abraão, cujas conseqüências levaram trouxeram a ruína à vida do primeiro. Em certo momento da vida dos dois, começaram as contendas entre os empregados; disputas pelos melhores pastos para o gado. Os pastores de Abraão e de Ló começaram a discutir e brigar por causa de capim. O tio abriu o diálogo. para acabar com a cizânia. Concedeu ao sobrinho a opção de escolher, primeiro. O sobrinho, usando de esperteza, não deu seqüência ao diálogo, mesmo sabendo que a preferência da primeira escolha era do tio Abraão. Ló Escolheu as campinas do Jordão, que eram as melhores pastagens, tão verdinhas que pareciam o Jardim do Edem. Este foi um erro fatal. Abraão, sentiu-seno prejuízo. Deus vendo a situação, apareceu-lhe para responder às aflições. Enquanto isso na campinha verdinha, o sobrinho começou sua aproximação com os moradores da região. Foi armar suas tendas próximo de Sodoma. Depois passou a morar na própria Sodoma. Levou sua família a fazer parte da sociedade local. Trouxe com isso o costume desta sociedade para dentro de sua casa. A ganância de Ló terminou em miséria. Sem gado e sem família, sua ingratidão foi tão grande que não encontrou forças para voltar para a companhia do Tio, para lhe pedir perdão. Moral da história: não corra atrás de sonhos de prosperidade com os olhos fechados. Inicie um diálogo com Deus e pergunte a ele sobre o que pode estar escondido nas "campinas do Jordão", agradáveis à vista, mas escondido bem lá no fundo, pode estar um laço do diabo para você e sua família. Agora em sua companhia vamos meditar sobre diálogo, exercício de tolerância e mal-entendidos na vida do Rei Davi, o home que tinha um coração segundo Deus. Davi é o exemplo típico do homem que tinha um grande diálogo e uma profunda comunhão com Deus. O Espírito de Deus, literalmente, se apoderou da vida de Davi. Todavia, foi o homem que menos diálogo teve com a família, e seu modo de agir representa nos dias de hoje a quase totalidade dos homens que exercem liderança cristã. Não preciso discorrer muito sobre isto. Davi tinha tempo para Deus, para liderar o reino, para sair com o exército, mas deixava os filhos crescendo ao deus-dará. O diabo, astuto, não perdoou isso. No primeiro dia que ficou ocioso em casa, deixando de ir para a guerra com Joabe, poderia ter convidado seus filhos para uma confraternização. Não fez assim. Acordou depois do meio dia, em meio à tarde, e sozinho foi para o terraço do palácio. O resto ficou por conta do diabo. Davi conquistou um trono. Foi o maior rei que Israel já teve. Mas se tornou um pai com um coração transpassado pela dor, porque nunca foi um bom pai de família. É isto que está acontecendo em nossos dias. Grandes pais. Grandes pastores. Grandes líderes. Grandes conquistadores. Mas ao negligenciar o amor devido à família e principalmente aos filhos, estão colhendo uma grande safra de caíns, esaús, absalões, nadabes, acãs, manassés, balaãos e judas. Moral da história: O que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a própria família para o diabo? Ainda desejo rever a parábola do filho pródigo para continuar nossa meditação, juntos. A história do filho pródigo é um exemplo típico do moço ou da moça cristã que trocou a comunhão com a família por um diálogo como pecadores aparentemente "mui" amigos. Tão logo colocou na a herança do pai na bolsa, o filho caçula foi se encontrar com seus falsos amigos. Aqueles que lhe venderam sonhos de uma terra de liberdade onde todas as coisas eram permitidas. Beber, dançar, se drogar e prostituir. Uma terra onde era proibido proibir. Diz o apóstolo Paulo: todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm. O pai do filho pródigo tinha algo a dizer, mas percebeu que não seria ouvido, e a contragosto fez as contas e entregou a parte da herança, ainda em vida. Liberdade não é sinônimo de licença para pecar. A verdadeira liberdade é ter a Cristo e não ser escravo de vícios e pecados. A liberdade para pecar e fazer o que quiser não é verdadeira, ela esconde correntes e cadeados, cujas chaves estão nas mãos do diabo. Uma vez aberta a porta para os demônios, para os vícios, para as drogas, para a prostituição, para a pornografia, e para coisas piores a pessoa se descobre presa em um beco sem saída. O filho pródigo chegou a seguinte conclusão: ou morria de fome no meio de uma vida mais do que miserável ou voltava para casa, reabria o diálogo com seu pai, e lhe pedia perdão com sincero arrependimento. Moral da história: Se esta é a sua situação, tome o mesmo caminho de volta e se concerte com as pessoas que magoou, para receber o perdão de Deus. Não existe liberdade na miséria, mas somente em Jesus Cristo. E por fim vamos a um exemplo positivo: o do próprio Cristo. Era Deus, mas como homem não usurpou ser como Deus. Não precisava orar, mas amava de estar em comunhão com o Pai. Não precisava convidar homens para restaurar outros homens, mas escolheu doze leigos para o discipulado e os ensinou a ser pescadores de homens. Não precisava nascer em forma humana, para reconciliar a humanidade, mas por compaixão experimentou todos os sentimentos, angústias, solidão e sofreu os preconceitos e mal-entendidos da sociedade. Poderia ter nascido de uma família abastada para ter um berço ao nascer, mas acabou usando uma mangedoura. Jesus se tornou o mais humano dos homens. A cana quebrada não trilhou, e o morrão que fumegava não apagou. Era um especialista em abrir diálogos. Com nicodemos, com a mulher samaritana, com Zaqueu, com a mulher siro-fenícia, com Jairo, com a mulher do fluxo, com o mancebo de qualidade, coms os discípulos de Emaús, e com Simão Pedro. E quando viu Pedro em amargura e fracasso, fez o que raramente temos visto nos dias de hoje: foi em busca da ovelha perdida. Estendeu-lhe a mão e transformou um discípulo fracassado e amargurado em um apóstolo cheio da graça e do poder de Deus. Jesus restaurou a Pedro pelo diálogo, pela tolerância com as fraquezas humanas. Se o próprio Deus, em seu maior gesto de amor, enviou seu único filho para estabelecer o diálogopara restaurar os homens e desfazer os mal-entendidos e as outras obras do diabo, você e eu como cristãos não podemos ser intolerantes nem fechados ao diálogo. No exercício do diálogo vêm o entedimento a solução de mal-entendidos, a solução de dúvidas, e por consequinte a comunhão. Um versículo do apóstolo João: Se alguém disser que ama a Deus mas aborrece a seu irmão é mentiroso. Pois, quem não ama a seu irmão, ao qual vê, como pode dizer que ama a Deus, a quem não viu? Conclusão: por falta de diálogo, às vezes, um pequeno mal-entendido pode se transformar em um grande problema, uma brecha no muro da graça de Deus. E depois que o muro se fender, o diabo vai entrar e sair quando quiser. É melhor pensar duas vezes abrir o diálogo e não deixar o muro cair. FONTE: MENSAGENS JOÃO CRUZUÉ

quarta-feira, 6 de maio de 2009

HOMENAGEM ÀS MÃES MÃE, QUE AO DAR A BENÇÃO DA VIDA, ENTREGOU A SUA... QUE AO LUTAR PELOS SEUS FILHOS, ESQUECEU-SE DE SI MESMA... QUE AO VIBRAR COM SUAS VITÓRIAS, ESQUECEU SEU PRÓPRIO MÉRITO... QUE AO RECEBER INJUSTIÇAS, RESPONDEU COM SEU AMOR... EQUE, AO RELEMBRAR DO PASSADO, SÓ TEM UM PEDIDO A FAZER : DEUS, PROTEJA MEU FILHO POR TODA A VIDA MEU SINCERO ABRAÇO, E UM FELIZ DIA PARA TODAS AS MÃES

sexta-feira, 1 de maio de 2009

O VÔO DA RENOVAÇÃO

"Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento. Faz forte ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam." (Isaías 40: 29-31) A águia é a ave que possui maior longevidade da espécie, ou seja, é a que mais tempo vive das espécies de ave de rapina. Chega a viver até setenta anos. Mas para chegar a essa idade, aos quarenta anos, ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos quarenta anos de idade já se encontra com as unhas compridas e flexiveis, o que torna difícil a tarefa de caçar, não mais consegue agarrar suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas pesadas, sem equilíbrio, pois as penas estão grossas e desgastadas, e voar se torna um processo difícil. Então a águia só tem duas alternativas: morrer, ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar cento e cinquenta dias, cerca de cinco meses. Esse processo consiste em que ela tem que juntar suas ultimas forças, tomar impulso e voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra as pedras, até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas nascem, ela começa a arrancar as velhas penas. E só após esses longos e sofridos, cinco meses, a águia sai para o formoso vôo da renovação e para viver mais trinta anos. Em nossa vida cristã, muitas vezes precisamos nos resguardar, nos recolher por algum tempo, para oração, jejum, reflexão, enfim para consagração, afim de renovar nossas forças espirituais. Mas na maioria das vezes temos nos deparado com pessoas que por causa das adversidades da vida estão desistindo. precisam passar por um processo de renovação, para continuar a voar um võo de vitória. Agora, para isto é necessário sacrificar as nossas vontades, os desejos da carne, despreender-se de lembranças do passado, costumes, liberar perdão, dixar velhos hábitos que causam dor. Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar os resultados valiosos que a renovação traz.
É BOM LEMBRAR QUE O FATO QUE OCORRE COM AS ÁGUIAS, ACIMA CITADO, É ALGO QUE DE ACORDO COM ALGUNS ESTUDIOSOS DA ORNINTOLOGIA, NÃO PASSA DE UMA "LENDA", O QUE É CURIOSO PARA NÓS CRISTÃOS, É QUE ESTES AO SE REFERIREM DESTA OCORRÊNCIA, DIZEM QUE SE TRATA DE PESSOAS QUE SE BASEIAM NA BÍBLIA COM A FINALIDADE DE SE AUTO-MUTILAREM, O QUE É UM DESRESPEITO PARA COM A PALAVRA DE DEUS E PARA COM AQUELES QUE PROFESSAM UMA FÉ GENUINA NO DEUS CRIADOR QUE DEU À TODAS CRIATURAS ENTENDIMENTO E LIBERDADE. AQUELES QUE DEFENDEM TAL PONTO FUNDAMENTALISTA, ESTÃO SE PAUTANDO EM SUPOSTOS ESTUDOS FILOSÓFICOS, SEM UM APROFUNDAMENTO COMPROBATÓRIO, MELHOR DIZENDO, TEORIA DE HOMENS. NUMA COISA CONCORDAMOS IGUALMENTE, QUE A ÁGUIA É SÍMBOLO DE FORÇA E PODER.